Conjuntivite
UNILUS - Centro Universitário Lusíada
Compartilhar: YouTube Facebook Twitter     Home | Mapa do Site | Identidade Visual | Ouvidoria | Trabalhe Conosco | Fale Conosco
Área Restrita: Aluno  Professor  |Usuário: |Senha:  
UNILUS    CURSOS    CAMPI    ALUNOS    NOTÍCIAS    PROCESSO SELETIVO
Conjuntivite
Você está em: Home >Notícias >Conjuntivite  

Conjuntivite também é comum no frio. Veja os sintomas



22/05/2018 - UNILUS

Doença que atinge os olhos pode ter várias causas, como bactérias, vírus ou até ácaros

Com as baixas temperaturas e proximidade do inverno, não são apenas as doenças respiratórias que aparecem com mais frequência. O aumento do contato com ácaros, encontrados nas roupas de frio que ficam muito tempo guardadas, e a aglomeração de pessoas favorecem o aparecimento da conjuntivite - inflamação na membrana que reveste os olhos e no interior das pálpebras.

Segundo o oftalmologista Marcos Alonso Garcia, os principais sintomas da doença são olhos lacrimejantes, pálpebras inchadas, ardência e aversão à luz.

A doença, que incomoda bastante, tem atingido os moradores da Baixada Santista. Esse é o caso da assistente de recursos humanos Cláudia Maria Martins, de 32 anos. “Fui para o trabalho com os olhos um pouco vermelhos, mas pensei que fosse alguma alergia. Porém, durante o expediente a vermelhidão não passava e começou a coçar. Como tive conjuntivite há uns dois anos, lembrei dos sintomas”.

Ela, que mora em Santos, conta que encontrou outras pessoas com os mesmo sintomas no pronto-socorro particular. “Vi adultos e crianças com conjuntivite. O médico que me atendeu disse que há muita gente com o problema. Deve ser um surto”.

Pedro Henrique dos Santos, de 16 anos, teve a doença pela primeira vez. “Acho que peguei na escola. Duas meninas estavam com conjuntivite na classe. O oftalmologista disse para eu não frequentar ambientes públicos até estar bem”, conta ele, que também é de Santos.

Cuidados

A orientação do médico do Pedro é a mais acertada. Isso porque a exposição da doença em outros ambientes pode causar o surto da doença. “É preciso se afastar de locais, como escola, trabalho e transportes públicos, para evitar o contágio em outras pessoas”, alerta Garcia.

Para o médico, a região pode estar passando por um surto, principalmente tratando-se da conjuntivite alérgica. “A notificação da doença não é obrigatória, mas tenho visto muitos casos”.

O especialista explica que a patologia dura em média de cinco a sete dias, exceto quando o problema torna-se mais grave. “Colírios lubrificantes higienizam e aliviam o incômodo. Em alguns casos, receitamos anti-inflamatório ou antibiótico. No entanto, é importante que não haja automedicação. Recomendamos sempre procurar um médico oftalmologista para diagnosticar e tratar adequadamente”.

Prevenção

Segundo oftalmologista, a recomendação básica para evitar o contágio é não levar as mãos nos olhos. Além disso, é essencial lavá-las com frequência, higienizá-las com álcool em gel e não compartilhar objetos com pessoas contaminadas, como toalhas e lençóis. Ainda de acordo com o especialista, vale usar lenços de papel descartáveis.





Fonte:. A TRIBUNA




Voltar




UNILUS - Centro Universitário Lusíada

UNILUS
> Palavra do Reitor
> Campi
> Notícias
> Fale Conosco

CURSOS
> Processo Seletivo
> Graduação
> Pós-graduação
> Extensão

ALUNOS
> Calendário Acadêmico
> Bibliotecas
> Iniciação Científica
> Reemissão de boleto
UNILUS - Centro Universitário Lusíada Colégio UNILUS Fundação Lusíada

© 2012 - 2018 UNILUS - Centro Universitário Lusíada. Todos os direitos reservados