AVC - segunda maior causa de mortes no mundo
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AVC - segunda maior causa de mortes no mundo
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AVC é a segunda maior causa de morte no mundo



08/06/2018 - UNILUS

Alerta é da OMS; problema ocorre a partir do rompimento ou obstrução de um vaso sanguíneo no cérebro

O acidente vascular cerebral (AVC) é a segunda maior causa de morte no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ficando atrás da doença isquêmica cardíaca. Juntas, elas mataram 15,6 milhões de pessoas em 2016 e lideram o ranking mundial nos últimos 15 anos.

Provocado pelo rompimento ou obstrução de um vaso sanguíneo no cérebro, o AVC é uma emergência médica e, por isso, o tempo é fundamental para evitar possíveis sequelas graves. Especialistas apontam que cada minuto sem ajuda médica corresponde a 1,9 milhão de neurônios a menos.

Pensando nisso, a Rede Brasil AVC e a Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares (SBDCV) se uniram para lançar a campanha "A Vida Conta - cada minuto faz diferença", que alerta sobre a importância do atendimento rápido em casos de AVC.

O tempo se mostra essencial para definir o tratamento adequado. A trombólise, por exemplo, que é a dissolução do coágulo no vaso sanguíneo, é uma importante opção nos casos de obstrução. "O tratamento pode ser dado até 4 horas e 30 minutos após o início do AVC, mas quanto mais precoce o tratamento é administrado, melhor é o seu efeito", informa a Rede Brasil AVC.

Fique atento

Assim, é importante saber a hora aproximada do início dos sintomas, que incluem formigamento na face, no braço ou na perna - principalmente em apenas um lado do corpo -, dificuldade para falar e compreender a fala, alteração na visão e dor de cabeça súbita, intensa e sem causa aparente.

Caso o atendimento não seja rápido, o problema pode se agravar e incapacitar a pessoa. As sequelas vão desde dificuldades visuais de memória e na fala até perda de força muscular, dificuldade de movimentação e alteração no comportamento.

Segundo a SBDCV, 90% dos casos de AVC podem ser evitados, basta que a pessoa controle alguns fatores de risco, tais como: tabagismo, obesidade, colesterol alto, pressão alta, fibrilação atrial, diabetes e estresse crônico.





Fonte:. A TRIBUNA




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