Trabalho fora do país garante salto na carreira
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Trabalhar fora do País garante salto no carreira



03/04/2018 - UNILUS

Expatriação dá novas habilidades sem mudar de emprego

Trabalhar no exterior é um sonho para muitos brasileiros. Ainda mais quando se está na condição de um expatriado, funcionário de empresas, geralmente multinacionais, que ocupa vagas no país da matriz ou de outras filiais.

Segundo pesquisa da empresa de recrutamento de executivos Robert Half, um terço dos trabalhadores brasileiros gostariam de trabalhar no exterior. Porém, há aqueles que vão se aventurar e ficam sujeitos a situações de ilegalidade ou barreiras para ingressar no mercado de um país desenvolvido.

Entretanto, a oportunidade de ser um expatriado é resultado de anos de preparação e de trabalhadores altamente capacitados, com domínio de inglês ou espanhol, e disposição de, dois ou três anos depois atuando em outra nação, retornar com uma bagagem de novas habilidades para desenvolvê-las na unidade brasileira.

De acordo com a gerente de recrutamento da Robert Half, Isis Borge, a expatriação geralmente está aberta a coordenadores e analistas sênior, na faixa dos 40 anos, e especialistas em sua área, como um engenheiro de produtos, por exemplo. “É para alguém que é visto com potencial para colaborar com a empresa lá fora”.

Os países que mais recebem expatriados são Canadá, Austrália, Bélgica, Luxemburgo, Inglaterra e França. Claro, o grande destaque é os Estados Unidos, mas a China tem requisitado bastante recentemente.

Porém, há países alternativos excelentes para uma período no exterior. Isis Borge cita a Tailândia, com vantagens: custo de vida baixo, qualidade de vida e uma ótima gastronomia.

Moeda local

Quem é expatriado será remunerado na moeda local e conforme o nível salarial dos colegas na mesma função. Inicialmente ficará em um hotel até dois meses e depois receberá casa, carro, internet e até empregado para a família.

No retorno, conta ela, a tendência é chegar promovido, o que implica aumento salarial, e com mais status. Na filial brasileira, os demais executivos sabem que o colega tem contatos na matriz.

Há ainda uma melhora no desempenho, mais focados e humildes. “Vêm mais tranquilos, não voltam deslumbrados”, conta ela.

A gerente de recrutamento conta que há expatriações que podem não dar certo, mas isso é uma exceção. O sucesso tem taxa bem elevada para a alegria dos empregadores. Isso porque a expatriação exige muita papelada e advogados especializados.

Reserva de mercado

Na Europa e EUA, os governos exigem que as empresas provem que não há um trabalhador local que possa fazer a mesma função. Há alguns países europeus que impõem a divulgação de anúncios de emprego por 30 dias para confirmar que não há desempregado com a mesma habilidade.

Porém, há países que são mais desembaraçados com a mão de obra estrangeira. Nos Emirados Árabes, principalmente Dubai, o expatriado não enfrenta burocracia.

Entretanto, nos outros países, acabando o contrato da empresa, geralmente de três anos, será preciso retornar ao Brasil. Quem se demitir tem que retornar logo ou ficar em situação ilegal.





Fonte: A TRIBUNA







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