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Casos de conjuntivite aumentam 117% em UPA de Santos



07/04/2018 - UNILUS

Alta de 168 para 366 noti􀃣cações ocorre mesmo não sendo um período comum da doença

A conjuntivite chegou à Baixada Santista, apesar de não ser um período comum da doença, como o verão ou o inverno. Ainda não há surto ainda, mas em Santos, por exemplo, o número de casos atendidos na UPA Central cresceu de 168 para 366 – alta de 117,8%.

Milena Domingues da Silva, de 19 anos, atendente, foi surpreendida. A família toda teve o problema. “Estou desde sexta-feira passada com olho direito com conjuntivite. Quando achei que tinha acabado e fui trabalhar, o meu outro olho ficou vermelho também”, conta a moradora de São Vicente.

Izabel Gouveia, auxiliar de contabilidade de 23 anos, nunca havia tido a doença. “O médico me informou que realmente está comum mesmo”, relata ela, de Cubatão.

Marcello Colombo Barboza, professor doutor em Oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretor do Hospital Oftalmológico Visão Laser, adverte: “Como a conjuntivite é um vírus que circula o ano inteiro, se há uma população que ainda não tem imunidade, pega mesmo”.

Como prevenir

Conforme o especialista, a conjuntivite não se transmite apenas no mesmo ambiente onde está a outra pessoa infectada. “É preciso contato. Por isso, é tão importante a higiene das mãos, lavar os olhos com água corrente e sabão. Isso bloqueia a disseminação”, conta.

Outras medidas para evitar o contágio são trocar sempre toalhas e roupas de cama da pessoa com conjuntivite e não partilhá-las. A doença leva, em média, sete dias para passar.

Colombo Barboza lembra às mulheres outro cuidado: a maquiagem. Quem compartilha produtos para os olhos pode disseminar o vírus antes de apresentar sintomas. “O período de latência é de sete dias antes de o olho ficar vermelho. Ou seja, você pega a conjuntivite sem sentir nada”. E destaca: é preciso jogar fora tudo o que pode ter ficado infectado.

Como outras doenças oculares podem ser confundidas com conjuntivite, o oftalmologista alerta para o perigo da automedicação. “Cerca de 15% das conjuntivites podem evoluir para complicações. É sempre importante procurar um oftalmologista”, salienta.





Fonte: A TRIBUNA







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