Lei diminui quantidade de lixo em Santos
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Com um mês em vigor, lei diminui quantidade de lixo em Santos



21/08/2017 - UNILUS

Ato obrigatório de separar resíduos na Cidade resultou na queda de 623,75 toneladas

Em um mês com a lei que obriga a separação de lixo reciclável em Santos, o cidadão santista reduziu em 623,75 toneladas a quantidade de resíduos enviados ao aterro sanitário Sítio das Neves. Além disso, a destinação dos recicláveis subiu 54%: passou de 274 toneladas em junho para 422 em julho – mês de início da lei.

Isso foi possível, segundo a Secretaria de Meio Ambiente, porque ao obrigar que o lixo reciclável não seja misturado ao lixo comum, a quantidade total de resíduos descartados para a coleta comum é menor. E, com isso, sobe a quantidade de recicláveis recolhidos pela coleta seletiva da cidade.

Apenas de orgânicos (lixo comum), a Cidade coletou 13.705.59 toneladas em junho; em julho 13.081,84 foram retiradas das portas das residências. Em porcentagem o avanço não parece significativo, é de 4,5%, mas considerando a importância ao meio ambiente, vale muito – já que o Aterro Sítio das Neves está perto de alcançar sua capacidade total.

Outro fator positivo é a economia. A operação de coleta bairro a bairro, transbordo (operação de troca de veículos na Alemoa), transporte (carretas rodoviárias que percorrem da Alemoa até o aterro Sítio das Neves na área continental, com cerca de 650 viagens por mês) e a operação do aterro custam para a Prefeitura R$ 305,10 por tonelada. A economia foi de R$ 190.243,75.

Ainda houve aumento na destinação correta de recicláveis, que passou de 274 toneladas em junho, para 422 toneladas em julho.

Além de casas, prédios são grandes aliados na mudança – como o Edifício Savion, no José Menino. Lá, o síndico João Roberto Nogueira, conhecido como Seo Maninho, implantou – até antes da lei santista que obrigou a separação de lixo – uma série de medidas simples e amigáveis com o meio ambiente.

Lá, um bolsão de uma tonelada de café virou saco para coleta de recicláveis. Assim os moradores não precisam juntar os materiais no apartamento.

A água da chuva também é um destaque. Quando cai na área aberta do salão de festas, cai por uma tubulação num tanque de 10 mil litros. A água é retirada com uma bomba para regar plantas e lavar a garagem. Segundo o síndico, a economia é R$ 1 mil mensais.

Há ainda local para destinação de pilhas usadas, baterias, remédios vencidos e até óleo de cozinha.

“Olha, eu recomendo a todo síndico que faça o mesmo. Quanto mais tempo tiver, mais os moradores se acostumam. É uma ajuda para o meio ambiente. Pensei nisso quando meus netos nasceram e me perguntei o que seria do futuro deles. Todos deviam fazer o mesmo”, diz.

Projeto

Outra iniciativa junto com a lei de reciclagem é o Recicla + Santos, que garantirá a partir de setembro brindes ou bônus no comércio de Santos.

O contêiner do Posto Praimar, disposto na Rua Verdeiro Steidel, 352, na Aparecida, arrecadou 10.3 toneladas até dia 15 de agosto, de 511 pessoas cadastradas. O projeto visa estimular a coleta de materiais que podem ser reaproveitados em vez de poluir o meio ambiente.

No final deste mês, o programa está chamando lojistas a participar, para que quem conseguiu juntar pontos troque por descontos ou produtos. A estimativa dos coordenadores do Recicla + Santos é conseguir a participação da maioria dos segmentos das lojas do shopping e, mais tarde, atrair a participação de comerciantes de outros bairros da cidade. Mais informações de como funciona o programa estão no site.

Procedimento

A Lei Municipal de Santos nº 952 disciplina o gerenciamento do lixo e da coleta. Simplificando, a legislação obriga todos a separar lixo orgânico de reciclável, sob pena de advertência a multa de R$ 2 mil.

Para a fiscalização, a mudança cria as figuras dos pequenos geradores domésticos e comerciais (que produzem até 120 quilos ou 200 litros-dia de lixo) e grandes geradores domésticos e comerciais (mais que o anterior).

Com a lei, só os grandes geradores comerciais não têm mais o caminhão de lixo da prefeitura passando diariamente. Esses locais precisam arcar com a coleta, transporte, separação e destinação final dos resíduos. A exceção é dos recicláveis, que podem ser retirados pelo serviço público.

Itinerário

Segunda-feira

8h - Estuário, Piratininga, São Manoel, Alemoa
13h - Boqueirão

Terça-feira

8h -Santa Maria, Bom Retiro, Vila Belmiro, Valongo, Morro São Bento, Boa Vista, Pacheco, Vila São Bento
13h - Campo Grande

Quarta-feira

8h - Paquetá, Vila Nova, Centro e Jardim Castelo
13h - Marapé e Gonzaga (zona comercial)

Quinta-feira

8h - Rádio Clube, Vila São Jorge, Chico de Paula, Jabaquara e Monte Serrat
13h - Pompéia, José Menino e Gonzaga (comercial/ residencial)

Sexta-feira

8h - Vila Mathias, Areia Branca e Gonzaga (zona comercial)
13h - Embaré e Aparecida

Sábado

8h - Caneleira, Saboó e Encruzilhada
13h - Ponta da Praia, Gonzaga (zona comercial), Nova Cintra, Macuco


Fonte: A TRIBUNA




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